GTalk, 23 de março, para Laura.
eu: tô com muita aflição... de repente, me dei conta que preciso ver tantos amigos. sabe uma sensação de saudades? não sei, não sei explicar... tipo, faz anos que eu não vejo a tati, o flavio, a carol, e a estrela chegando, tantos outros... e não tenho tempo pra fazer nada. ai, que aflição. não sei explicar.
terça-feira, 23 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
crítico.
Criei um outro blog. Mesmo sabendo que este poderia ficar com ciúmes... deixo para o "pé no velho" só meus relatos pessoais do que eu tiver vontade de falar.
O "critiquento" se torna um blog para minha persona chata, que não consegue mais ver nada nesse mundo sem seu olho crítico.
Vos apresento: http://critiquento.blogspot.com
Merci.
O "critiquento" se torna um blog para minha persona chata, que não consegue mais ver nada nesse mundo sem seu olho crítico.
Vos apresento: http://critiquento.blogspot.com
Merci.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
estrelas.
Acho que eu nunca expressei aqui o quanto eu gosto da franquia "Star Wars" e como ela é importante para a história (minha e) do cinema, como blockbuster, a revolução dos efeitos visuais e da utilização do filme como veículo para contar uma história que existe não só na tela. E podem acreditar, todos os defensores da maior arrecadação de todos os tempos que atende pelo nome de "Avatar", se não fosse pela saga de George Lucas, os gigantes azuis do planeta Pandora nem existiriam.
Lembro de assistir ao três primeiros episódios quando ainda era adolescente, antes mesmo do número 1 (ou "A Ameaça Fantasma") estreiar. E quando este já estava nas salas, 4 vezes eu fui. Naquela época, eu lia críticas e não entendia porque as pessoas achavam o filme tão ruim. Hoje, eu vejo grandes problemas de roteiro, um personagem que ficou marcado como o mais chato de todos, um vilão fraco e um atorzinho que interpreta Anakin Skywalker quando criança muito mal. Mas mesmo assim, a magia está ali. E pudemos conhecer planetas tão lindos e deslumbrantes vindos direto da imaginação do Sr. Lucas, como Coruscant e Naboo.
O segundo episódio ("Ataque dos Clones") veio e não me lembro se esperava ansiosamente. Acredito que não, pelo fato de não estar na minha memória. Um longa mediano, apresentando o já um pouco mais velho Obi Wan de Ewan McGregor, com um mullet horrendo, porém nos mostrando pela primeira vez o grande Jedi que é Yoda.
E aí veio o terceiro. "A Vingança dos Sith". E ái que minha paixão pelos 6 filmes estava completa. Que espetáculo visual! Ainda sabendo que o grande triunfo final seria do lado negro da Força e veríamos ali o surgimento do maior vilão do cinema. Assisti a esse numa sala ali no Kinoplex, numa pré-estréia fechada da Fox, onde a distribuidora abriu todas as salas para seus convidados passando o filme, alguns dias antes da estréia oficial. Um túnel negro levava até a entrada e se ouvia a respiração do pai de Luke e Leia. Muita gente fantasiada. Direção de arte impecável. Sir Ian McDiarmid retornando ao papel maravilhosamente bem do Imperador. A grande luta entre o mestre e o aprendiz. Estrela da Morte... ah! E a grande cena de arrepiar surpreendentemente bem dirigida por George Lucas: a aniquilação de todos os Jedis.
No meu computador, tenho a trilha sonora de todos eles, e me sinto tão bem ouvindo essas músicas, me remetem a um sonho de ir para outro lugar e me trazem a nostalgia daquele tempo que eu podia ver pela primeira vez um filme com a marca "Guerra nas Estrelas". John Williams é foda, com apenas umas notas, ele me consegue levar para outra galáxia.
Eu muito tenho a falar sobre essa franquia. Demasiadas vezes discuti com amigos muitos detalhes, como por exemplo, a ordem de preferência dos 6 filmes (a minha é: "O Império Contra-Ataca", "Uma Nova Esperança", "A Vingança dos Sith", "O Retorno de Jedi", "Ataque dos Clones" e "A Ameaça Fantasma"). Ou então, o fatos dos nomes seguirem um padrão que talvez seja só uma coincidência, entre o primeiro, segundo e terceiro de cada trilogia.
Agora, eu quero ir a um concerto que aqui vai se realizar dedicado à toda a saga, tocando suas músicas compostas pelo já citado John Williams, com imagens no telão e narração de Anthony Daniels (o C-3PO). Na exposição com objetos originais, maquetes e figurinos, eu já fui. E estou, então, procurando companhia para o espetáculo musical. Vamos ver se encontra alguém mais nerd/geek que eu.
Aqui vos deixo com uma das músicas do terceiro episódio que mais me traz recordações boas:
Lembro de assistir ao três primeiros episódios quando ainda era adolescente, antes mesmo do número 1 (ou "A Ameaça Fantasma") estreiar. E quando este já estava nas salas, 4 vezes eu fui. Naquela época, eu lia críticas e não entendia porque as pessoas achavam o filme tão ruim. Hoje, eu vejo grandes problemas de roteiro, um personagem que ficou marcado como o mais chato de todos, um vilão fraco e um atorzinho que interpreta Anakin Skywalker quando criança muito mal. Mas mesmo assim, a magia está ali. E pudemos conhecer planetas tão lindos e deslumbrantes vindos direto da imaginação do Sr. Lucas, como Coruscant e Naboo.
O segundo episódio ("Ataque dos Clones") veio e não me lembro se esperava ansiosamente. Acredito que não, pelo fato de não estar na minha memória. Um longa mediano, apresentando o já um pouco mais velho Obi Wan de Ewan McGregor, com um mullet horrendo, porém nos mostrando pela primeira vez o grande Jedi que é Yoda.
E aí veio o terceiro. "A Vingança dos Sith". E ái que minha paixão pelos 6 filmes estava completa. Que espetáculo visual! Ainda sabendo que o grande triunfo final seria do lado negro da Força e veríamos ali o surgimento do maior vilão do cinema. Assisti a esse numa sala ali no Kinoplex, numa pré-estréia fechada da Fox, onde a distribuidora abriu todas as salas para seus convidados passando o filme, alguns dias antes da estréia oficial. Um túnel negro levava até a entrada e se ouvia a respiração do pai de Luke e Leia. Muita gente fantasiada. Direção de arte impecável. Sir Ian McDiarmid retornando ao papel maravilhosamente bem do Imperador. A grande luta entre o mestre e o aprendiz. Estrela da Morte... ah! E a grande cena de arrepiar surpreendentemente bem dirigida por George Lucas: a aniquilação de todos os Jedis.
No meu computador, tenho a trilha sonora de todos eles, e me sinto tão bem ouvindo essas músicas, me remetem a um sonho de ir para outro lugar e me trazem a nostalgia daquele tempo que eu podia ver pela primeira vez um filme com a marca "Guerra nas Estrelas". John Williams é foda, com apenas umas notas, ele me consegue levar para outra galáxia.
Eu muito tenho a falar sobre essa franquia. Demasiadas vezes discuti com amigos muitos detalhes, como por exemplo, a ordem de preferência dos 6 filmes (a minha é: "O Império Contra-Ataca", "Uma Nova Esperança", "A Vingança dos Sith", "O Retorno de Jedi", "Ataque dos Clones" e "A Ameaça Fantasma"). Ou então, o fatos dos nomes seguirem um padrão que talvez seja só uma coincidência, entre o primeiro, segundo e terceiro de cada trilogia.
Agora, eu quero ir a um concerto que aqui vai se realizar dedicado à toda a saga, tocando suas músicas compostas pelo já citado John Williams, com imagens no telão e narração de Anthony Daniels (o C-3PO). Na exposição com objetos originais, maquetes e figurinos, eu já fui. E estou, então, procurando companhia para o espetáculo musical. Vamos ver se encontra alguém mais nerd/geek que eu.
Aqui vos deixo com uma das músicas do terceiro episódio que mais me traz recordações boas:
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
rosa.
Hoje é treze de janeiro de dois mil e dez. Quarta-feira. Estou no escritório, onde trabalhei bastante o dia todo. Primeiro post no blog, para que eu, no final deste ano, olhe para trás e veja o que mudou. Nada de Facebook (há dois dias deletei minha conta), um pouquinho de Gtalk e quase não naveguei pela internet. Nos únicos minutos que falei com alguém, só levei na cara. O mesmo aconteceu ontem e segunda. Frases do Diego, da minha mãe, da Luanne...
Um bombardeio.
E tudo o que eu mais preciso agora é de somente uma flor. Alguém me atira uma no meio de tanta explosão?
Um bombardeio.
E tudo o que eu mais preciso agora é de somente uma flor. Alguém me atira uma no meio de tanta explosão?
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
fábulas (8).
Da série "Pequenas Fábulas e Suas Bobas Morais":
Laura Schnaider decidiu fazer aulas de trapézio. O grande problema é que ela morre de medo de altura. A garota, que mora no último andar de seu prédio, já que era o único lugar vago, não sai nem na pequena varandinha com grades que seu apartamento possui, tamanha é sua vertigem. Logo, imagine você a paúra que ela sente ao estar suspensa só pelas suas mãos. Mas ela quer vencer isso. Tomou coragem e chamou um exorcista.
Laura Schnaider, em uma vida passada, foi um trapezista suicida.
Laura Schnaider decidiu fazer aulas de trapézio. O grande problema é que ela morre de medo de altura. A garota, que mora no último andar de seu prédio, já que era o único lugar vago, não sai nem na pequena varandinha com grades que seu apartamento possui, tamanha é sua vertigem. Logo, imagine você a paúra que ela sente ao estar suspensa só pelas suas mãos. Mas ela quer vencer isso. Tomou coragem e chamou um exorcista.
Laura Schnaider, em uma vida passada, foi um trapezista suicida.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
nina.
Decidi ouvir Nina Simone, depois de conversar com o Diego sobre relacionamentos, com a Laura sobre a vontade de ficar na cama e com a Tatiana que não conseguia fazer um video funcionar.
Com um fone na orelha e outro para fora, porque eu tenho que estar atento se alguém fala comigo no escritório, comecei a ouvir o instrumental de sua música e três minutos depois, nada da bela voz da negra americana.
Coloquei o outro fone na orelha e ele está quebrado. Quer dizer, sendo todo o album em estéreo, não posso escutar sua protagonista.
Que fazer?
Com um fone na orelha e outro para fora, porque eu tenho que estar atento se alguém fala comigo no escritório, comecei a ouvir o instrumental de sua música e três minutos depois, nada da bela voz da negra americana.
Coloquei o outro fone na orelha e ele está quebrado. Quer dizer, sendo todo o album em estéreo, não posso escutar sua protagonista.
Que fazer?
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
chôu: arctic monkeys.
Um concerto compacto, sem muitas interrupções nem interações com o público. Rápido e eficiente, cumprindo a que veio. Foi assim, resumindo em algumas frases, a segunda apresentação da banda Arctic Monkeys em Paris no dia 6 de novembro, no Le Zenith, para promover seu terceiro disco, "Humbug".
As cortinas se abriram por volta das 9 horas da noite, revelando toda a banda que começava a tocar a oitava música do último album: "Dance Little Liar".
Só fazia parte do cenário a bela iluminação feita com refletores, que tomavam uma posição a cada faixa, por trás dos músicos. Havia também o grande refletor frontal, usual em shows de grande porte, que provocava a sombra deles em um tecido branco no fundo do palco. E nas laterais, dois telões em formato retangular vertical mostravam o que acontecia, de perto, para aqueles que estavam longe. Diga-se de passagem que as imagens ali mostradas tinham dois tons de cores que mudavam acompanhando a luz do cenário vindas de câmeras de vigilância instaladas perto da banda.
Como já foi muito falado, a banda vem amadurecendo, "Humbug" é um disco mais sóbrio, mas duro e menos feliz que os dois anteriores e aqui, eles se apresentam com o cabelo na cara, escondendo o olhar, não querendo mostrar que viraram adultos. O show apresenta 9 canções novas e 10 de "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not" e "Favorite Worst Nightmare". Pontos altos em "I Bet You Look Good On The Dancefloor", talvez a mais conhecida da banda; "Do Me a Favour", com seus belos versos; e "Secret Door", uma balada roqueira que, em sua metade, durante a apresentação, recebia uma explosão e uma chuva de papéis, lindo.
Senti falta de "The Bad Thing", do segundo trabalho e da faixa mais dançante dos macacos: "Dancing Shoes", saí de lá, com meus calçados para dançar frustrados.
Um bom show, contrário do que me diziam, que os Arctic Monkeys não eram bons ao vivo. São secos, rápidos, mas competentes. Frios, como bons macacos do ártico.
Setlist:
1. Dance Little Liar
2. Brianstorm
3. This House Is A Circus
4. Still Take You Home
5. I Bet You Look Good On The Dancefloor
6. Sketchead
7. My Propeller
8. Crying Lightning
9. Dangerous Animals
10. The View From The Afternoon
11. Cornerstone
12. If You Were There, Beware
13. Pretty Visitors
14. The Jeweller's Hands
15. Do Me A Favour
16. When The Sun Goes Down
17. Secret Door
Bis:
18. Fluorescent Adolescent
19. 505
As cortinas se abriram por volta das 9 horas da noite, revelando toda a banda que começava a tocar a oitava música do último album: "Dance Little Liar".
Só fazia parte do cenário a bela iluminação feita com refletores, que tomavam uma posição a cada faixa, por trás dos músicos. Havia também o grande refletor frontal, usual em shows de grande porte, que provocava a sombra deles em um tecido branco no fundo do palco. E nas laterais, dois telões em formato retangular vertical mostravam o que acontecia, de perto, para aqueles que estavam longe. Diga-se de passagem que as imagens ali mostradas tinham dois tons de cores que mudavam acompanhando a luz do cenário vindas de câmeras de vigilância instaladas perto da banda.
Como já foi muito falado, a banda vem amadurecendo, "Humbug" é um disco mais sóbrio, mas duro e menos feliz que os dois anteriores e aqui, eles se apresentam com o cabelo na cara, escondendo o olhar, não querendo mostrar que viraram adultos. O show apresenta 9 canções novas e 10 de "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not" e "Favorite Worst Nightmare". Pontos altos em "I Bet You Look Good On The Dancefloor", talvez a mais conhecida da banda; "Do Me a Favour", com seus belos versos; e "Secret Door", uma balada roqueira que, em sua metade, durante a apresentação, recebia uma explosão e uma chuva de papéis, lindo.
Senti falta de "The Bad Thing", do segundo trabalho e da faixa mais dançante dos macacos: "Dancing Shoes", saí de lá, com meus calçados para dançar frustrados.
Um bom show, contrário do que me diziam, que os Arctic Monkeys não eram bons ao vivo. São secos, rápidos, mas competentes. Frios, como bons macacos do ártico.
Setlist:
1. Dance Little Liar
2. Brianstorm
3. This House Is A Circus
4. Still Take You Home
5. I Bet You Look Good On The Dancefloor
6. Sketchead
7. My Propeller
8. Crying Lightning
9. Dangerous Animals
10. The View From The Afternoon
11. Cornerstone
12. If You Were There, Beware
13. Pretty Visitors
14. The Jeweller's Hands
15. Do Me A Favour
16. When The Sun Goes Down
17. Secret Door
Bis:
18. Fluorescent Adolescent
19. 505
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